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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

APRENDA O QUE SE ESPERA DA EDUCAÇÃO DO SÉCULO XXI

APRENDA O QUE SE ESPERA DA EDUCAÇÃO DO SÉCULO XXI

Relatório da UNESCO traz as principais orientações para a educação mundial








A série de nove programas sobre o Relatório da Comissão Internacional de Educação para a UNESCO, denominado EDUCAÇÃO: Um tesouro a descobrir, traz a reflexão crítica sobre as orientações gerais da UNESCO para a educação no século XXI. Ainda que estejamos na metade da segunda década deste século, muito ainda temos por fazer para que alcancemos uma educação de qualidade. Alias, fica a pergunta: o que é qualidade na educação?

Os programas apresentam os preceitos que a UNESCO tem para com a educação mundial, sempre lembrando que cada pais tem sua singularidade 
Educação um tesouro a descobrir

A princípio, é importante lembrar que a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a educação a ciência e a cultura) é um órgão da ONU (Organização das Nações Unidas), fundada em 1945 com o objetivo de manter a paz mundial e promover o desenvolvimento econômico dos países. Dentro desta concepção todos os órgãos, ou departamentos, da ONU devem contribui para que tal meta seja alcançável.

Os sistemas de ensino, por sua vez, sejam federais, estaduais ou municipais devem contemplar tais orientações para que possam alcançar as metas estabelecidas para o desenvolvimento da educação e pleitear os financiamentos de programas educacionais e de desenvolvimento.


Por fim, essa série traz os principais aspectos contidos no documento original de Delors. Esperamos que seja de grande valia para os estudos dos professores e demais interessados no tema, e que possa contribuir com a sua criticidade.

PROGRAMA 1: DA COMUNIDADE DE BASE À SOCIEDADE MUNDIAL




PROGRAMA 2: DA COESÃO SOCIAL À PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA


PROGRAMA 3: DO CRESCIMENTO ECONÔMICO AO DESENVOLVIMENTO HUMANO


PROGRAMA 4: OS QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO




PROGRAMA 5: A EDUCAÇÃO AO LONGO DE TODA A VIDA



PROGRAMA 6: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À UNIVERSIDADE



PROGRAMA 7: OS PROFESSORES EM BUSCA DE NOVAS PERSPECTIVAS


PROGRAMA 8: OPÇÕES EDUCATIVAS: O PAPEL DO POLÍTICO

PROGRAMA 9: COOPERAÇÃO INTERNACIONAL: EDUCAR A ALDEIA GLOBAL

terça-feira, 29 de julho de 2014

PROFESSOR GANHA MAL PORQUE É BRASILEIRO!

PROFESSOR GANHA MAL PORQUE É BRASILEIRO!

Com graduação em Ciência política e em Administração estratégica pela Wharton School, na Universidade da Pensilvânia e mestrado em Economia internacional e Desenvolvimento econômico, pela Universidade Yale, nos EUA, Gustavo Ioschpe adora atacar os professores e a pedagogia brasileira. 







O economista Gustavo Ioschpe ataca novamente os professores (deve ter um sério problema de trauma na infância) e lança seu novo livro "O que o Brasil quer ser quando crescer". A matéria publicada na revista Veja traz o título "Gustavo Ioschpe derruba 12 mitos da educação".

Será que são realmente mitos?

Entenda a "análise" de Ioschpe e vejam os nossos comentários a respeito.



domingo, 27 de julho de 2014

RUBEM ALVES: O pensador de uma escola transcendental

RUBEM ALVES: O pensador de uma escola transcendental

O pensador Rubem Alves nos deixa, mas suas obras o tornaram imortal. 



"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como
sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola,
ela mesma, seja um fragmento do
futuro..."

RUBEM ALVES


Neste programa dedicado ao pensador Rubem Alves fizemos algumas considerações sobre seus pensamentos sobre a educação e a escola.



VISITE O SITE OFICIAL DE RUBEM ALVES

domingo, 1 de junho de 2014

A EDUCAÇÃO AO LONGO DE TODA A VIDA

O capítulo 5 do relatório da comissão internacional de educação para a UNESCO, conhecido como o relatório de Delors, et al. EDUCAÇÃO: Um tesouro a descobrir, "A educação ao longo de toda a vida", apresenta o que a comissão entende por educação e como ela deve ser contínua por toda a vida, independentemente de formação acadêmica ou não. O século XXI é entendido como o "século da democracia", em que a educação pluridimensional deve preparar o cidadão para todos os campos da sociedade.

Acompanhe essa discussão, com a apresentação de Omar de Camargo e Ivan Claudio Guedes sobre este capítulo do relatório.
Esperamos que seja útil para o conhecimento sobre políticas públicas.

Deixem os comentários abaixo.

Um forte abraço.
Ivan


domingo, 25 de maio de 2014

EDUCAÇÃO Um tesouro a descobrir OS QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO

Os quatro pilares da educação apresentam o que a UNESCO entende como essencial na educação em todo o mundo. Neste programa discutimos o que a UNESCO entende por aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.

Esperamos que este programa possa ajudar na discussão sobre este assunto.

Deixem os comentários abaixo.

Um forte abraço,

Ivan.

terça-feira, 20 de maio de 2014

UNESCO Educação um tesouro a descobrir cap 1 DA COMUNIDADE DE BASE À SOC...


O Prof. Omar de Camargo e eu discutimos o primeiro capítulo do Relatório da Comissão Internacional de educação para a UNESCO.

Um convite à discussão sobre a globalização cultural e seus reflexos nas escolas.


EDUCAÇÃO: Um tesouro a descobrir.
Discussão sobre o capítulo 1:


Da comunidade de base à sociedade mundial


sábado, 17 de maio de 2014

DA COESÃO SOCIAL À PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA

A democracia pode ter diferentes sentidos, diferentes significados.
Como diz José Saramago "A democracia está ai posta como uma santa no altar e que nem todo mundo sabe o que é".

Neste programa o professor Omar de Camargo e eu discutimos o conceito de "Democracia" segundo a UNESCO dentro do segundo capítulo do relatório de Jacques Delors: EDUCAÇÃO: Um tesouro a descobrir. 

Capítulo 2 

DA COESÃO SOCIAL À PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA.

Deixem seus comentários e, se gostar, compartilhem!

Um forte abraço

Ivan C. Guedes

terça-feira, 13 de maio de 2014

UNESCO Educação um tesouro a descobrir: Do crescimento econômico ao desenvolvimento humano


O terceiro capítulo desta série de nove capítulos o Prof. Omar de Camargo e eu apresentamos a discussão da carta da UNESCO em que se trata do papel da educação para o desenvolvimento econômico e social.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

SÍNDROME DA AMNÉSIA PEDAGÓGICA

SÍNDROME DA AMNÉSIA PEDAGÓGICA


Você já reparou quantas visões diferentes há sobre uma mesma escola? Já parou para analisar a opinião dos seus colegas sobre seu próprio trabalho? Já trocou ideias com outros trabalhadores da educação para ver quantas opiniões diversas há sobre o trabalho docente? Há algum tempo temos percebido as diferentes visões que pairam sobre o sistema educacional. Para didatizar vamos englobar os grupos, mesmo sabendo que não é correto fazê-lo, pois sempre há uma exceção à regra.

Síndrome da amnesia pedagógica


O primeiro grupo é dos professores. Esse grupo constitui o corpo docente, professores egressos das faculdades e universidades e que tomaram nota de uma vasta literatura tanto na sua área de formação específica (no caso dos professores especialistas) quanto pedagógica (no caso dos pedagogos). Passaram de 3 a 4 anos lendo e relendo teorias e conceitos. Fizeram planos de aula, técnicas de ensino e estudo de metodologias, mas ao chegar à escola fizeram uso do livro didático e do currículo escolar tal qual uma bíblia ou uma camisa de força. Limitaram-se a entrar em sala de aula, passar o texto na lousa (ainda que os alunos tenham livros) e mandar os alunos responderem questões. Em seguida, aplicam a prova (quando o fazem) e partem para o capítulo seguinte. Seu posicionamento com a direção é sempre crítico. Acham defeito em tudo: classificam a gestão escolar como incompetente, omissa, preguiçosa e enrolona, cumpridora cega de ordens do governo e por aí vai.

O segundo grupo é da gestão escolar. Esta dividida entre vice-direção e direção, coordenação pedagógica e supervisão escolar (englobando aqui todo o núcleo da diretoria de ensino, secretaria de ensino ou delegacias de ensino – dependendo da região). Este grupo tem a incumbência de organizar e administrar a escola, desde o projeto pedagógico, as finanças, prestação de contas, logística, fluxo de alunos e execução do projeto pedagógico. De formação igual ao do professor em sala de aula esses profissionais tendem a classificar o professor como enrrolão, preguiçoso, sem liderança, incompetente na sua função, sem postura e por aí vão os adjetivos negativos. Obviamente que a percepção daqueles que estão nas secretarias de ensino (ou diretorias regionais de ensino) é semelhante àqueles que estão na direção da escola e/ou na coordenação pedagógica, e o sentimento destes em relação àqueles também é mútuo.

Mas enfim, o que acontece para que exista esse jogo de empurra-empurra? Essa terceirização da responsabilidade do trabalho? Para melhor analisar este momento vamos lançar uso de um novo conceito que denominamos como a “Síndrome da Amnésia Pedagógica” (SAP). Esse conceito, até então desconhecido expressa o esquecimento de uma função, fazendo o profissional rapidamente cair no trabalho via senso comum, projetando nos outros os problemas causados pela sua função. Não obstante, esse ainda passa a trabalhar como um mero reprodutor do sistema cumprindo “sua função”.

No caso dos professores, esses se limitam a transcrever aquilo que os manuais indicam. Esquecem-se das metodologias, não conhecem (ou esqueceram) as tendências pedagógicas, os estudos filosóficos, sociológicos e psicológicos sobre a educação e/ou a História da educação.

No caso do segundo grupo, seu trabalho limita-se a tocar papel, preencher relatórios, responder estatísticas, gerar papel e papel, bater carimbos e fazer assinaturas em mais papeis.

Ao que tudo indica, quando o sujeito troca de função, tem-se a impressão de que este troca “de caverna” (fazendo alusão ao mito da caverna de Platão). Em pouco tempo de trabalho na nova função ele esquece o que aprendeu (ou deveria ter aprendido) na faculdade e limita-se ao descrito acima (reproduzir “o sistema”) e criticar os outros. Já o caso do segundo grupo é mais sério, pois os mesmos passaram por um bom tempo pela experiência da sala de aula e ao sair dela são acometidos da SAP onde passam a enxergar tudo com bons olhos e terceirizar o problema da educação, principalmente, aos professores.

Queremos chamar a atenção dos leitores para esse fato, que é de certa forma corriqueiro no meio escolar. Demos o nome de SAP ao esquecimento, momentâneo ou não, daquilo que já se fez ou professou em sala de aula quando da ida para uma função na gestão escolar, ou da volta à sala de aula. É interessante, pois o profissional nessa situação não percebe-se dessa forma e, com certeza, nos diria que estamos “viajando na maionese”. O curioso dessa situação é que todos independentes da função que exerçam na escola, deveriam remar para um mesmo sentido, de maneira que o resultado fosse aparente. O que vemos na realidade é que são diversos remadores, mas que o barco fica virando em volta, pois uns remam num sentido e outros noutro sentido. Isto porque, no nosso modo de ver, todos estão imersos no que chamamos de senso comum, sem a coragem de realizar algo novo, diferente. E qual é o senso comum nesse caso? É que a culpa sempre é dos outros e não nossa. É a terceirização da responsabilidade. Não podemos e, principalmente, não devemos esquecer que toda moeda tem dois lados e não são iguais. Se conseguirmos transcender nossos problemas pessoais e nos percebermos como um grupo, cujo interesse é a qualidade do ensino, evidentemente o barco irá andar num sentido apenas. Rumo ao sucesso.

É importante dizer que o jogo de empurra-empurra não vai levar ninguém a lugar algum, e que, se realmente quiser uma educação de qualidade o professor (independentemente da função que ocupa) deverá continuar estudando. Precisará sair do senso comum, da sua zona de conforto, mas se mesmo assim a SAP não for curada, recomendaremos sair da profissão e deixar para realmente quem está trabalhando com seriedade.

Ivan Claudio Guedes
Geógrafo e Pedagogo. Especialista em Gestão Ambiental, Mestre em Geociências e doutorando em Geologia.
Articulista e palestrante.
icguedes@ig.com.br

Omar de Camargo
Técnico Químico
Professor em Química.
Pós-Graduado em Química.

decamargo.omar@gmail.com

Para referenciar este artigo:

GUEDES, I. C.; CAMARGO, O. Síndrome da Amnésia Pedagógica. Gazeta Valeparaibana. Ed. 69. Ano IV. Disponível em: http://www.gazetavaleparaibana.com/069.pdf Ago, 2013, p.09.   

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Programa E Agora José? Entrevista


Olá gente.
Estou disponibilizando o vídeo do programa de Rádio Web que apresentamos aos domingos.
Neste programa entrevistamos a Profa. Ana Paula para falarmos sobre a infraestrutura das escolas.
Um forte abraço
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